lunedì 19 novembre 2007

Super Mersindeira salva interno 8














Sara Cimini, residente no interno 7 e aliada de A.S. Cimini na guerra contra o interno 8, exterminou um verme gigante e venenoso que se encontrava na casa de banho dos alegados "inimigos".

Na passada quinta-feira, Sara encontrava-se no terreno inimigo com o propósito de explorar possíveis emboscadas, na sequência da declaração de guerra do último post, quando um grito de socorro, mencionando o nome da Sara e do monstro das bolachas, ecoou por todo o edifício de pietro colletta.

Com toda a sua força vocal, a Super Mersindeira declarou: "MAS QUEM RAIO É O HOMEM AQUI?!... (pausa)... parece que tenho de ser eu", precipitando-se ao mesmo tempo na direcção da besta e dilacerando-a.

Seguiram-se momentos de pânico e violência, repletos de grunhidos, gritos de guerra, gritos de encorajamento e esguichos de sangue. Ao fim de uns recordistas quinze minutos, a ameaça, (entenda-se o bicho), deu o último suspiro.

Tudo teria acabado em bem para todos os envolvidos nesta estória, não fosse o facto de o monstro ser uma surpresa destinada única e exclusivamente a R.F.A. Cimini, que muito oportunamente não se encontrava em casa. R.F.A Cimini tinha-se refugiado, (leia-se acobardado) poucos dias depois da declaração de guerra à sua pessoa num bunker, em Berlim.

Em declarações ao secondo piano, A.S. Cimini afirmou que "não esperava esta traição, se bem que inconsciente da sua aliada" e que "as retaliações não vão ficar por aqui" e acrescentou ainda que R.F.A. "vai ter o que merece", deixando um conselho: "da próxima, não digam nada à Sara, va bene?"

lunedì 12 novembre 2007

declaração de guerra ao interno 8

Eu, A. S. Cimini, residente no interno 7, declaro formalmente guerra a R. F. A. Cimini, residente no interno 8, por tantos actos de terrorismo cometidos contra a minha pessoa tais como:

1o- equiparar-me constantemente a uma cadela de raça ou a uma rafeira, utilizando expressões como : "cara de cão de loiça", "cara de cão de água", "dálmata" e afins

2o- utilizar sempre a expressão "estou a brincar contigo" de forma repetida, no sentido de tentar ganhar a minha confiança, aproveitando-se da minha inocência e total crença na bondade do ser humano, qual espião manipulador à espera da melhor oportunidade de me surpreender e torturar

3o- tentar afogar-me na Piazza Navona 4 dias depois de ter me ter conhecido e de ter conquistado alguma da minha confiança

4o- procurar despejar o saco com a sua roupa IMUNDA em cima da minha pessoa, aliciando jovens influenciáveis a pactuarem com tais actos desprezíveis

5o- alegando "legítima defesa", deitar-me no chão das escadas (aquelas que separam o paraíso do interno 7 do inferno do interno 8) e utilizar golpes inspirados no Mahone, seu herói actual, nesta criatura indefesa, ainda mais, devido ao meu braço esquerdo completamente torcido atrás das minhas costas...

Portanto, posto isto, declaro guerra ao senhor mais deficiente deste prédio, cujo nome foi ja acima citado e que me dispenso escrever outra vez, pois tal acto dá-me vontade de lhe dar na tromba e esta guerra vai ser muito mais sofisticada do que isso.

Espera-te muita dor, suor e lágrimas.

Quando voltares de Berlim vais perceber do que estou a falar.

Até lá... vai preparando a tua defesa... va bene?