Sara Cimini, residente no interno 7 e aliada de A.S. Cimini na guerra contra o interno 8, exterminou um verme gigante e venenoso que se encontrava na casa de banho dos alegados "inimigos".
Na passada quinta-feira, Sara encontrava-se no terreno inimigo com o propósito de explorar possíveis emboscadas, na sequência da declaração de guerra do último post, quando um grito de socorro, mencionando o nome da Sara e do monstro das bolachas, ecoou por todo o edifício de pietro colletta.
Com toda a sua força vocal, a Super Mersindeira declarou: "MAS QUEM RAIO É O HOMEM AQUI?!... (pausa)... parece que tenho de ser eu", precipitando-se ao mesmo tempo na direcção da besta e dilacerando-a.
Seguiram-se momentos de pânico e violência, repletos de grunhidos, gritos de guerra, gritos de encorajamento e esguichos de sangue. Ao fim de uns recordistas quinze minutos, a ameaça, (entenda-se o bicho), deu o último suspiro.
Tudo teria acabado em bem para todos os envolvidos nesta estória, não fosse o facto de o monstro ser uma surpresa destinada única e exclusivamente a R.F.A. Cimini, que muito oportunamente não se encontrava em casa. R.F.A Cimini tinha-se refugiado, (leia-se acobardado) poucos dias depois da declaração de guerra à sua pessoa num bunker, em Berlim.
Em declarações ao secondo piano, A.S. Cimini afirmou que "não esperava esta traição, se bem que inconsciente da sua aliada" e que "as retaliações não vão ficar por aqui" e acrescentou ainda que R.F.A. "vai ter o que merece", deixando um conselho: "da próxima, não digam nada à Sara, va bene?"